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terça-feira, 25 de maio de 2010

Review: Super Mario Galaxy 2

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    Super Mario Galaxy 2 foi lançado dia 23 de maio de 2010, e eu, obviamente fiz o "sacrífio" de conferir esta nova aventura do bigodudo em busca da princesa Peach. Eu até que tinha gostado do primeiro Mario Galaxy, mas nunca fui um grande entusiasta dos jogos 3D do Mario (como Mario 64 ou Mario Sunshine), porém o Super Mario Galaxy 2 é muito divertido e chama muito atenção pelas viagens intergalácticas. O mais interessante desse jogo é as evidentes influências do New Super Mario bros (um sucesso lançado no ano passado), como a presença de fases mais “2D”, ou de plataforma, e também a presença de Yoshi, o que para mim deixou o jogo mais divertido. Neste preview descreverei o que já descobri sobre o jogo (pois ainda eu terminei o jogo, mas só com 70 estrelas), as novidades que percebi e a minha opinião, aproveitando para comentar sobre o Super Mario Galaxy 1.

A Aventura
    O jogo, assim como o game play, é muito semelhante ao primeiro Mario Galaxy. A história começa com o convite de Peach a Mario para comer um bolo em seu castelo, no caminho Mario encontra um bebê Luma (uma estrelinha que ajudará Mario durante todo o jogo e é a responsável pelas ações realizadas no modo multiplayer).Ao chegar ao castelo, Mario é surpreendido (pois ele é muito ingênuo) por Bowser raptando a princesa. Depois disso, Mario terá que atravessar galáxias para trazer de volta a princesa. Como é perceptível, a história do segundo galaxy é bem mais simplória que a do primeiro.
    O jogo conta com muitos desafios e fases especiais, como as da Ball Star, uma bola em que você tem que controlar os passos do Mario em cima de uma bola equilibrando com o Wii Remoto. Outra fase legal é a da Galáxia Super Massive, que é semelhante ao mundo das coisas gigantes dos outros Super Mario.

Jogabilidade
    A jogabilidade é idêntica a do primeiro jogo, ou seja, fácil e perfeita como a grande maioria dos jogos da Nintendo, o que é para mim uma façanha, pelo tanto de voltas feitas por ele nos mais diversos ambientes planetários.

Novidades
    A grande novidade desse jogo com certeza é a presença do dinossauro Yoshi, que por motivos misteriosos não deu seu auxílio para o encanador na aventura anterior (Alías, sua presença no segundo jogo foi quase uma imposição dos fãs após a decepcionante participação no New Super Mario Bros, por isso sua participação é bem mais evidente em SMG2). Além disso, Yoshi não é, nessa aventura, apenas um extra em algumas fases (como em NSMB), e sim essencial para algumas partes do jogo. Yoshi também possui alguns Power-Ups ao comer frutinhas de três diferentes cores:
    - Amarela (Light Yoshi) – Faz o Yoshi revelar áreas e caminhos invisíveis durante um intervalo de tempo. Por isso corra, pois com o término do tempo estes caminhos sumirão.
    - Azul (Ballon Yoshi) – Permite fazer o dinossauro flutuar para acessar áreas altas, assim como o Light Yoshi também é temporário.
    - Vermelho (Dash Yoshi) – Faz o “cavalinho”, como alguns erroneamente denominam o velho companheiro do Mario, correr desesperadamente e quase que descontroladamente, sendo possível subir em alguns ambientes íngremes.
    O legal do Yoshi é que, ao montá-lo, a estrelinha azul do pointer do wii remote se torna uma bolinha onde é possível controlar sua língua para comer os inimigos e as frutas, além de abocanhar cascos e mísseis que podem ser lançados.
    Há também os novos Power-Ups do Mario, como o Mario Nuvem ou Cloud Mario(Que permite a criação de plataformas em forma de nuvem), o Mario Rocha ou Rock Mario(que o transforma praticamente em um Goron do franquia Zelda, rolando pelos cenários e até sendo a bola de um jogo de boliche, o que é muito divertido),o Rainbow Mario, o Fire Mario, o Mario Mola ou Spring Mario, o Mario Fantasma ou Boo Mario, o Mario Abelha ou Bee Mario(os cinco últimos já presente no primeiro SMG). O Mario Ice parece não estar presente nesse jogo. Mario também pode pegar uma super broca, capaz de perfurar um planeta inteiro para se chegar rapidamente do outro lado ou perfurar inimigos do outro lado do planeta.
    Além disso, este jogo pareceu para mim bem mais desafiador que o primeiro, o que era uma promessa do Shigeru Myamoto (preciso dizer que é o criador do jogo? Acho que não, né!?!). É isso é obviamente muito bom, afinal o principal objetivo desse jogo é agradar aos jogadores que terminaram o SMG 1, como se o segundo fosse uma seqüência linear ou como se o jogador ainda não tivesse terminado de jogar.
    Outra novidade é Starship Mario, uma nave com formato da cabeça do Mario que permite a navegação pelas galáxias de uma forma muito parecida com a da forma como são feitas a navegação pelas fases New Super Mario Bros, evitando o confuso Hub World, um ambiente onde você escolhe as fases que irá jogar (como o Castelo da princesa Peach no Mario 64). Isso deixou o ambiente do jogo bem mais intuitivo que no primeiro jogo.
    A presença do Luigi nesse jogo, para mim, pode ser negligenciada, já que não faz diferença nenhuma (pelo menos até o ponto que estou) no jogo.


Chefões e Mini-chefes
    Bom, aí entra em um ponto delicado do jogo. Eu particularmente não gostei dos chefes do jogo (apenas quando são Bowser ou Bowser Jr.), pois além de serem derrotados rapidamente são de um nível inferior de dificuldade do que o jogo em sua totalidade. O último chefe (obviamente o Bowser) não é muito diferente dos enfrentados anteriormente durante o jogo, só muda o finalzinho, sendo assim muito fácil de derrotá-lo.



Gráficos
    A Nintendo é a prova de que não são necessários gráficos ultra-realistas para se obter gráficos muito legais.  Para mim, que já sou fã de astronomia, ver o Mario viajando em inúmeros planetas pelo espaço é muito legal. Além disso, o sistema de gravidade é muito divertido e um dos aspectos mais legais dos dois jogos da série Galaxy, nada como dar um pulo em um planeta anão e ir parar, sem tocar os pés no chão, do outro lado do planeta, hilário. Cada cenário é único, criado com uma alta quantidade de detalhes e agradabilíssimo aos olhos do jogador, igual ao seu antecessor.



Trilha Sonora
    Quem gosta de trilhas de games sabe que o nome Koji Kondo é sinal de qualidade e ótimas trilhas, nessa trilha não poderia ser diferente, ainda mais se tratando de um jogo do Mario. O trabalho de Koji Kondo (que se não me engano fez o tema do jogo) com Mahito Yokota é maravilhoso e responde a todas as expectativas de músicas que queremos ouvir nos jogos do Mario: engraçada, empolgante e alegre. A trilha ainda conta com músicas remixadas de jogos anteriores, como Super Mario Bros e Super Mario World. Você pode conferir todas as trilhas aqui.

Resumindo
    É um jogo muito bacana e indispensável para Nintendistas e fãs do encanador que mais vezes salvou uma princesa na vida. Quem gostou de jogos como Mario 64, Mario Sunshine e Super Mario Galaxy 1 com cert
eza absoluta irá gostar desse também. Se eu pudesse dar uma nota entre 0 e 10 daria 9,5, não porque o jogo não mereça um 10, mas é que, comparativamente, não é tão bom quanto New Super Mario Bros (Como essa é minha opinião, deve-se levar em consideração que eu prefiro jogos em “2D”).
     Confira o Trailler:

sábado, 8 de maio de 2010

Homem de Ferro 2

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     Sabemos que existe cerca de 9,50.10^20 críticas e resenhas sobre o Homem de Ferro 2, porém, ainda sim mostraremos nossa opinião sobre o filme, que pode ser pior ou melhor que as outras críticas.
     Se você ainda não assistiu o trailler:




     Eu sempre fico com um pé a traz com filmes de super-heróis (principalmente os da Marvel), não que eu não costume gostar deles, porém em muitos casos eu saio decepcionado do cinema. Afinal de contas, muitas vezes esse tipo de filme só tenta ser uma demonstração exagerada de efeitos especiais e ganhar uma graninha lascada com fanáticos e crianças, que querem ver nas telonas seus super-heróis favoritos. Porém, o Homem de Ferro 2, por mais que apareçam alguns clichês aqui e ali, é um filme com ótimas cenas de ação, bons efeitos especiais e muita paia no roteiro, como costumamos falar aqui no interior.
     A história geral do filme não é nada surpreendente e já vista em meio milhão de filmes: um cara maníaco tenta se vingar de outro (Tony Stark – o Homem de Ferro), pois este acabou ficando famoso por ter roubado as idéias de seus antepassados, só isso. A história não é nada surpreendente e é possível prever todos os acontecimentos, mas é claro que exigir uma história a lá Dostoievsky é loucura para estes tipos de filme, tenho consciência disso.
     O vilão, que já tem feito bastante sucesso nas críticas, para mim, não é lá grandes coisas, não que ele seja chato ou fraco demais, mas é que na luta final ele perde muito fácil para o homem de ferro (Isso não pode ser considerado um spoiler, afinal esse tipo de afirmação é quase igual a falar num filme de Cristo que ele irá morrer no final e ressuscitar no terceiro dia, todo mundo já sabe que vai acontecer).
     Os efeitos especiais as vezes deixa a desejar, por exemplo, toda hora que aparece o rosto Tony Stark com a armadura do Home de Ferro é perceptível que se trata de computação gráfica, mas de modo geral são muito bons. Aliás, o Robert downey jr. como Tony Stark está muito bom no papelo, afinal ele é perfeito para fazer esses pápeis meio bonações (como tentaram fazer com Sherlock Holmes, que também ficou muito bom).
     A trilha sonora orquestral do filme (composta por John Debney, mesmo compositor de filmes como Homem-aranha 3, O galinho Chicken Little e Sin City) até que é legal, mas não é nem empolgante demais (como as do Homem-Aranha por Danny Elfman) e nem sombrias de mais (como as de qualquer filme do Batman), durante o filme não consegui reconhecer nenhum tema específico (mas confesso também que não reparei muito nisso) e, é claro, deve ser levado em consideração que o forte da trilha sonora deste filme, assim como muitos, não são as instrumentais e sim as trilhas do AC/DC, que não deixam nada a desejar.
    Resumindo: um filme bacana, eu recomendo e com certeza, melhor que o primeiro. 
       

segunda-feira, 26 de abril de 2010

The Bro Code

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    Mesmo que você não tenha interesse em livros, leia esse post.
Hoje vou falar do livro "The Bro Code" e fornecer um link para download do mesmo.
    Para alguns é um livro de humor (ledo engano) e para aqueles que conhecem toda sua profundidade é um livro que guiará sua vida perante seus amigos de mais alto nível "Os Bro's", então esse livro se torna essencial para todos que tem ou são um Bro.
    Escrito por Barnabás Stinson (1776) e complementado por seu descendente Barney Stinson (Ano Atual).

Introdução
    Quando no curso dos acontecimentos humanos torna-se necessário para Bro's resolverem um duelo, digno de respeito do estilo Bro, exige que se declarem as causas que os levaram a argumentar, embora a prudência diz que é provavelmente uma garota. Mantemos estas verdades para ser evidente por si mesmo, que todos os Bro's são iguais - embora não necessariamente com a mesma boa aparência ou estilo - e que são dotados de certos direitos inalienáveis, que entre esses são: vida, liberdade e a aventura. Para garantir esses direitos, apresentamos o "The Bro Code". 
Pergunta: O que é um Bro?
Resposta: Um Bro (traduzido para o português é mano, mas como o conceito mano aqui é diferente, então usaremos Bro) é uma pessoa que te daria a camisa dele quando ele não quiser mais vesti-la. Um Bro é uma pessoa que irá se dobrar demasiadamente para ajudar você ajudar outra pessoa. Em resumo, um Bro é uma companhia para vida inteira que você poderá confiar sempre estar lá para você, a menos que tenha algo acontecendo a ele.

Vou citar alguns artigos do livro:

"Em um ménage à Trois do diabo, dois homens e uma mulher, os Bro's nunca devem olhar um no olho do outro(manter contato visual)."
"Um Bro nunca deve dormir com a irmã de outro Bro, mas um Bro nunca deve ficar bravo com outro Bro caso ele diga: Cara sua irmã é gostosa!"
"Um Bro sempre corre para avisar outro Bro quando está acontecendo uma briga de mulheres."
"Um Bro nunca passa protetor solar em outro Bro."
E para encerrar:
"Um Bro nunca deve divulgar a existência do The Bro Code para uma mulher. Este é um documento sagrado que não deve ser compartilhado com mulheres por razão nenhuma... não, nem mesmo esta razão."
Nota: Se você é uma mulher lendo isso, primeiro, deixe-me pedir desculpas, nunca foi minha intenção para este livro conter tanta matemática. Segundo, eu advirto você que este documento é - um pedaço de ficção destinado a entreter um público amplo através do prisma das diferenças do gênero estereotipado. Quero dizerás vezes nós realmente somos como de planetas diferentes! Certamente, ninguém irá de verdade acreditar ou aderir as regras vulgares deste livro. Essas botas são adoráveis!

*Pssiu - ei pessoal! Eu coloquei essa linha com letras realmente pequenas abaixo do texto, pois todos sabemos que os homens tem uma visão muito melhor que a mulher. Ignore o que está escrito acima - The Bro Code definitivamente não é um pedaço de ficção. Eu estava simplesmente mentindo para defender este artigo.

Para ver esses e outros artigos baixem o Livro (infelizmente só temos a versão em inglês...)
Obs.: O Livro tem muitas figuras.

Download

O que é um Bro para você?

sábado, 24 de abril de 2010

A Saga de Darren Shan - Circo dos Horrores

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     Circo dos horrores conta a história do jovem Darren Shan, e como ele, um simples garoto de 15 anos se tornou assistente de um vampiro.

     Darren Shan era um garoto comum que gostava de ler histórias de terror e desde cedo nutria uma grande paixão por aracnídeos, e por outras coisas que normalmente causam arrepios de terror nos garotos de sua idade com menor coragem.
     Por acaso, em um dia como outro qualquer, um dos amigos de Darren descobre que um Circo dos Horrores esta se apresentando em sua cidade, e eles decidem então ir as escondidas até o misterioso local para ver com seus próprios olhos se as atrações citadas no cartaz se tratam de verdadeiras aberrações ou simplesmente de pessoas fantasiadas tentando assustar crédulos em histórias de fantasmas, lobisomens e todo tipo de folclore cinematográfico.
     No entanto, somente Darren e seu Amigo Lucas conseguem ingressos para a atração e em meio a apresentação mais fantástica da noite, o encantador de aranhas, que entre outros truques fazia, como que por meio de magia , que seu animal, uma grande e nojenta aranha com tons verdes e grandes patas peludas, andasse apenas nas pernas traseiras e cumprimentasse os espectadores, Lucas se depara com um segredo que pode, e vai, mudar drasticamente a vida dos garotos. Lucas, assíduo leitor de histórias de terror, reconhece o encantador de aranhas de uma de suas obras favoritas, o livro dos vampiros ... a partir daqui se segue a história do garoto que por infortúnio (ou não), veio a se tornar o mais jovem dentre os Assistentes de Vampiro.
   
     O livro segue basicamente o que se espera de um bom livro Infanto-Juvenil: um personagem principal imaturo que vai passar por vários testes e provações para se mostrar capaz dos feitos que o aguardam; uma boa dose de ação; um pouco de humor e mais uma porrada de volumes que se seguirão até que a saga se complete (no caso da saga de Darren Shan, mais 11 para ser exato)


     Se você assim como eu, tem pavor de Vampiros, desde que a saga Crepúsculo se instalou sobre o mundo, destruindo todo o lado sombrio desta raça mitológica, pode ficar sossegado: ninguém vai brilhar, se apaixonar a ponto de doer o saco do leitor (literalmente falando), nem tão pouco ter o personagem principal da histórias sendo venerado por grande parte dos seres do sexo feminino com idade entra 8 e 20 anos do mundo real ( tão menos ter esse mesmo personagem impresso nas capas das revistas Ti ti ti e Capricho).

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Crítica - O Único e Eterno Rei

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Indo contra o que normalmente se espera de uma critica, onde primeiro se disserta a respeito do que esta sendo criticado, os porquês, e somente depois o critico aplica uma nota, ovo, estrela ou qualquer outra coisa que possa ser utilizada para quantificar o quanto à obra o agradou em uma determinada escala, farei hoje uma critica reversa, dando primeiro a nota e depois me utilizando dos argumentos. E a nota para esta obra é 2 (numa escala de 0 a 5)
            A saga de T.H.White é com certeza uma das mais conhecidas obras literárias infanto-juvenis de todos os tempos e inspirou autores como C.S.Lewis ( As Crônicas de Nárnia) e J.R.R Tolkien ( O Senhor dos Anéis). Devido ao fato de 70% de tudo que já foi escrito neste gênero literário ter sido baseado nas obras de Tolkien e Lewis, White, por tabela, influenciou uma porrada de livros, além do fato de ser literatura básica para todas as obras posteriores que abordaram a história do Rei Arthur e seus Cavaleiros.
            Mas você deve estar se perguntando: Lucas, se o cara é o fodástico rei supremo do universo infanto-juvenil, como você vai lá e dá 2 na obra master do cara ??? Eu explico pequeno padawan.
            O meu problema com este livro é o mesmo que eu tenho com a maioria das mega produções de Hollywood: sabe quando você espera um ano inteiro pra assistir filmes como Avatar, e depois de horas na fila, pipoca gelada, coca-cola quente você finalmente assisti a bagaça e vê que não é nada daquilo que você esperava... Então foi isso que aconteceu.
            Tive vontade de ler esse livro por anos, mas por se tratar de uma obra um tanto quanto cara, fui sempre empurrando a mesma com a barriga, mas agora, na era digital com e-books e tudo mais, eu não tinha mais um motivo para adiar a leitura.
            Resumindo a história, a saga começa com um livro bem infantil ( A Espada na Pedra), onde Arthur é ainda um pivete que tem Merlin (um velho maluco que sabe tudo a respeito do futuro) como mentor. A saga de White vai desde Arthur passando por diversas transmutações que vão de peixinho dourado a águia (afim de apresentar a Arthur a natureza das mais diversas espécies), a retirada da famosa Excalibur da pedra e sua coroação como Rei da Inglaterra até a derrubada de seu reinado.
            O problema da história está, para mim, no fato de Arthur ser uma marionete na mão de tudo e todos. Desde Merlin, passando por Guinevere, Lancelot (que o venera como a um Deus no começo da obra e em menos de 50 paginas esta fornicando com a mulher dele).             Aproveitando que eu citei a fornicação, outro ponto negativo do livro é o fato de no intervalo entre o 1º e o 5º livro, a história mudar de livro totalmente infantil (algo parecido com Vila Sésamo e Pintando com a Xuxa), para um baita dramalhão mexicano a lá Maria Del Bairro e outras pérolas do SBT (é um tal de um chifrar o outro, um ser corno manso do outro, irmão de um vingar a morte do irmão do outro que no final você nem lembra mais quem comeu o quê e quem matou quem).
            Resumindo, o Arthur de White é um pacifista que deseja encerrar com uma era onde a única forma de justiça é a força, e no entanto o rei que na primeira obra da saga conheceu a natureza de todos os animais se esqueceu que a natureza de sua raça é a destruição dos mais fracos pelos mais fortes, não importando os meios. E assim, como na natureza humana, os ingênuos e fracos como Arthur acabam não passando de meros coadjuvantes em suas próprias histórias.

PS: Se você deseja ler alguma coisa sobre a história do Rei Arthur eu sugiro a obra de Bernard Cornwell, na qual além de Arthur ser um personagem um pouco mais cativante, existe um gama de personagens fodásticos e batalhas incríveis... Fica aí a dica

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A Fraude da Colheita Feliz

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Um dos meus grandes passatempos na infância e adolescência (ao lado de Jaspion, Jiraya, Lego e Loja de doces), foi meu bom e velho Super Nintendo. Até hoje tenho uma pancada de roms e tento fazer final nos títulos mais legais sempre que a correria do dia-a-dia me deixa algum espaço (assim como deve acontecer com muitos dos leitores do blog)
Contrariando a maioria das crianças normais que adoravam fazer campeonatinho de International Super Star Soccer (sempre rolava uma aposta de R$0,50 centavos pra entrar e o vencedor levava tudo), meu jogo favorito do snes, ao lado de Chrono Trigger, Zelda, Final Fantasy e Mario, era o descriminado Harvest Moon.
As pessoas sempre me perguntavam qual a graça do jogo, já que na visão deles, cuidar de uma fazenda virtual, fazendo as mesmas coisas no jogo sempre era além de intediante uma total perda de tempo.
Eu em minha defesa sempre usei os argumentos de que a evolução do personagem (aumentar a casa, ganhar os festivais e etc) era um grande atrativo (afinal de contas, que argumentos eles tinham a favor daquele jogo que de cada 3 chutes do meio de campo, 2 eram gol ?)
Eis que essa semana recebo um convite para um jogo que está bombando no orkut, uma tal de Colheita Feliz, e adivinham com o que eu me deparo ao aceitar o convite: Uma tremenda cópia descarada de Harvest Moon, e o mais engraçado é que ao abrir a lista de amigos que possuem o aplicativo me deparei com vários integrantes da galera que sempre me excluía nas rodinhas de vídeo game (o único jogo em comum que eu tinha com eles era o Mario kart) e que agora jogam este sharingan do glorioso jogo da Natsume compulsivamente (um deles acorda de madrugada pra roubar berinjelas de seus amigos menos cuidadosos com suas plantações).
Lendo hoje em um dos blogs de grande circulação descobri que grande parte dos jovens de hoje acham que o jogo é uma grande novidade ou uma cópia de um aplicativo similar do facebook (do qual eu sinceramente não tenho conhecimento).
A versão do orkut de Harvest Moon além de mal feita (não existe um padrão entre cenário e animais: os porcos são 3D, a galinha é um gif e a vaca é qualquer coisa feita no paint) não traz nem 1/3 da diversão que o jogo original proporciona (nada de dar em cima das menininhas da vila, nada de competições e festivais, nada de nada) e tem, na minha opinião, como único ponto positivo o fator de interatividade entre as fazendas (roubar a colheita daquele mala do seu vizinho é bacaninha).
Outro fator negativo é o fato de grande parte dos itens bacanas terem de ser comprados com dinheiro “de verdade” (já que as moedas verdes são compradas com reais e convertidas em dinheiro virtual).
Eu sei que grande parte dos nerds desse planeta vivem mais no mundo virtual que no mundo real (warcraft, e outros MMORPG da vida), mais deixar de sair no fim de semana pra gastar todo o dinheiro em moedas verdes pra trocar por um pavão virtual não entra na minha cabeça.
Portanto fica aqui a dica: Baixem o jogo Harvest Moon Back to Nature para playstation, joguem bastante, divirtam-se casando com a putinha do bar e fiquem putos ao perder toda sua plantação em um maldito tornado.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Septimus Heap

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Caros leitores, darei continuidade neste post as resenhas que prometi daqueles que pra mim são os mais possíveis aspirantes a ocupar o lugar da saga Harry Potter nas estantes das livrarias (e em pôsteres de cinemas, futuramente).
Depois da resenha da série “As Aventuras do Caça-Feitiço (que você pode ler clicando aqui) vou me utilizar da saga que pra mim, traz mais semelhanças a do carinha da cicatriz em forma de raio: Septimus Heap”.
A série, que tem como primeiro volume o livro Magya, é escrita por Angie Sage, que assim como J. K. Rowling também é Inglesa. A série de Sage também contará com sete livros (nem eu tinha percebido o número de semelhanças antes de escrever o post).
No Brasil os livros estão sento publicados pela editora Rocco (a mesma do Harry, o que ao meu ver é muito bom, visto que a mesma traduz e publica os livros com relativa rapidez) e estão hoje no terceiro volume (aqui no Brasil, lá fora o sexto livro está pra sair do forno).
A série começa com o seqüestro do sétimo filho de um sétimo filho, que desaparece no dia de seu nascimento e é declarado morto pela parteira. Na mesma noite do trágico episódio, seu pai, o Mago Silas Heap, encontra uma recém-nascida abandonada. Os Heap, então, adotam a menina e dão a ela o nome de Jenna. Dez anos mais tarde, a garota sofre uma tentativa de assassinato e a Maga Extraordinária (bem semelhante ao ministro da magia da saga de Potter) é destituída de seu cargo. No decorrer destes e outros eventos conhecemos o jovem Garoto 412 (que assim como o outro protagonista citado no post, tem desconhecimento total de seus dons mágicos), ligado a um exército que pretende destituir os usuários da Magya do governo e que no decorrer da trama se mostra muito ligado à família Heap e a de vital importância para o país, assim como para a própria Magya.
Durante a resenha fiz vários comentários referentes à semelhança desta série com sua conterrânea de maior sucesso, no entanto, é claro que o livro tem seus trunfos.
Ao contrário das sagas de livro infanto-juvenil onde o protagonista é órfão, não tem família, foi criado por padrastos desalmados, teve os pais mortos pelo imperador do mal e está em busca de vingança e tantos outros já manjados enredos de histórias infanto-juvenis, em seu livro, Sage explora de maneira primorosa os personagens do núcleo familiar, fazendo com que às vezes, os mesmos se tornem tão importantes quanto o próprio Septimus Heap.
O enredo é cheio de aventuras, seres fantásticos (que são um outro grande atrativo do livro), uma boa dose de bom humor (que soa muito bem neste livro, ao contrário da saga de Percy Jackson, que eu pretendo abordar no próximo post), além de muita Magia (que neste livro é utilizada de maneira muito interessante) e, como não podia ser diferente, um vilão pra lá de bacana (afinal, o que seria da literatura de fantasia e ficção sem eles).
Tudo que foi escrito é minha humilde e simplória opinião, mas fica aqui uma dica de boa leitura para essas férias, que graças aos Deuses, fadas, duendes e unicórnios está finalmente chegando.

O Símbolo Perdido

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Começo no blog escrevendo uma resenha (por pura e espontânea vontade dos outros) do livro: O Símbolo Perdido. O problema é que eu não faço ideia de como fazer uma resenha, desde que entrei no curso de química todo o lado responsável pela área de Humanas do meu cérebro está trabalhando com o mínimo de esforço, se resumindo a como agir com a namorada (Você ouviu direito, eu tenho namorada e ela existe... morram de inveja!) e interpretação de texto. Mas chega de enrolar e vamos ao que interessa... Star Wars... Opa! Tema errado. Agora fiquem com a suposta resenha.

Esse é o terceiro livro do Dan Brown que conta com o protagonista Robert Langdon e é a continuação do livro O Código da Vinci. O livro é publicado no Brasil pela editora Sextante e conta com 512 páginas.
O Protagonista do livro é o professor Robert Langdon um Simbologista de Harvard (vale lembrar que a palavra simbologista é uma invenção do Dan Brown, quem estuda símbolos é um semiólogo) que tem uma super memória e é extremamente cético. A história começa com o Robert Langdon indo para o Capitólio na cidade de Washington para dar uma palestra sobre os símbolos Maçons, no qual a narrativa gira, a convite de seu amigo e mestre Peter Solomon Grão-Mestre Maçom. Porém, chegando lá descobre que foi enganado (não, jura? O Robert sendo enganado?) pelo assassino Mal’akh, anjo em hebraico, que tem como refém seu amigo Peter Solomon (dessa vez o assassino é revelado desde o começo do livro). Mal’akh acredita piamente que os maçons têm um segredo que quem o conhece pode se elevar a nível de um Deus e somente o professor Langdon pode decifrar os segredos maçons com seus super poderes conhecimentos avançados. Começa então uma louca corrida que vale um milhão de dólares em que o Langdon deve decifrar todos os enigmas para poder salvar a vida de seu amigo (sem se importar com o fato de que se o assassino conseguir descobrir o segredo ele vira um super demônio), mas o drama não fica resumida a isso, no meio da história entra em cena uma diretora fodona da CIA que não se importa nenhum pouco com o que o professor quer fazer e só pensa em seguir as ordens do seqüestrador (bem suspeito, não?). A história toda começa numa noite e termina em apenas algumas horas, mas com várias retrospectivas das vidas das personagens.
Bom essa foi a resenha, agora vamos para minha humilde opinião:
A história do livro em si não é tão boa, o que realmente faz esse livro vender é a narrativa do Dan Brown, isso é algo que ele faz muito bem. Nós ficamos com muita vontade de acompanhar o livro... até perceber o quanto ele é repetitivo e como o Dan Brown adora repetir sua fórmula já tão manjada em seus livros anteriores. Robert Langdon mesmo após ter descoberto as conspirações do vaticano no livro Anjos e Demônios e o Sangue Real no Código da Vinci continua uma pessoa estupidamente inocente e se “deixa” ser enganado e acaba entrando em várias situações que poderiam ter sido facilmente evitadas. Um dos ápices do livro é o momento Star Wars invertido que considero o verdadeiro final do livro, pois o final junto com o epilogo é realmente decepcionante. No final o professor Langdon mostra um lado místico e perde mais seu ceticismo. Como em todos os livros do Dan Brown adquirimos muitas informações novas e vemos a grande importância que a maçonaria teve na história dos Estados Unidos.
Se você é fã do Dan Brown essa é uma leitura obrigatória, mas se você apenas gosta de seus livros então esse pode esperar mais um pouco para ser lido (ou até ficar R$10,00 no Submarino).
P.S.: No livro a irmã de Peter, Katherine, estuda um tipo de ciência nova a “Ciência Noética” que o Dan Brown dá muita ênfase na história, mas que na vida real não passa de um bando de ripongos numa fazenda tentando descobrir o peso da alma, se reencarnação existe e a cura do câncer com a mente, ninguém leva esse pessoal a sério (além do Dan Brown).


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

The Big Bang Theory

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        Nenhum ser humano pode ser considerado nerd se este não tiver conhecimento do que se trata The Big Bang Theory. Todo bom nerd tem um pouco de Sheldon dentro de si e, com certeza, conhece um Leonard, Raj e Howard em suas existências.
         Eu já assisti várias séries de comédia (entre elas Friends, Two and a half men, How I met your mother, My Wife and Kids, Everbory hets Cris, Joey e alguns episódios de outras séries. Obs. Tentarei dedicar um post, eminentemente, a cada uma dessas séries), mas com certeza as piadas são bem mais engraçadas quando estas nos atingem de alguma forma. Lembro, e isto ainda me causa muito risos, do primeiro episódio onde Sheldon diz que não amaria tanto seu filho se este não soubesse a diferença de derivada ou integral para calcular a área embaixo de uma curva (e olha que assisti esse episódio na época do auge das minhas aulas de cálculo I).
         Caro leitor, caso o senhor ainda não tenha recebido sua carteirinha de Nerd plus com todas as vantagens e apenas está se introduzindo neste mundo quântico recentemente, peço, para seu próprio bem, que comece a assistir Big Bang, pois não há na face da terra, melhor ponto de referência para um bom nerd.
Big Bang mostra a vida de quatro pesquisadores universitários (Sheldon, Leonard, Raj e Howard), que dividem a vida em estudar suas avanças equações diferenciais e ler seus quadrinhos, ver séries, jogar vídeo-game e outras coisas nerds. Tudo corria bem, quando surgi Penny, uma jovem e linda balconista aspirante a atriz, a qual Leonard se apaixona. O engraçado nessa série e que encontramos os nerds nas mais diferentes situações, seja ao lhe dar com as mulheres, as relações de amizade entre eles e seu cotidiano.
       Vale aqui o reconhecimento pela ótima atuação de todos os atores, que fazem perfeitamente seus papéis e aos roteiristas, que conseguem fazer piadas hilárias, e conseguem colocar as personagens nas mais diversas situações.
        Em nível de informação: a série está atualmente em sua terceira temporada, sendo cada uma com aproximadamente 24 capítulos de 20 minutos cada. Passa todas as segundas nos Estados Unidos às 8:30 PM e no Brasil todas as terças as 8:00 PM no canal Warner. Mas também podem ser baixadas na internet.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Dexter

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              Quando falo em Dexter o pensamento das pessoas ficam divididos em quatro filos: alguns se interessam bastante pela série, outros acham impossível uma série onde o mocinho é um serial killer ser boa, outros pessoas que estou me referindo ao laboratório de Dexter e outras, simplesmente, não pensam em nada. Porém, para mim, Dexter é uma das séries mais empolgantes e criativas em andamento; muitas são as séries em que quando terminamos de assistir um capítulo queremos assistir outro, mas só Dexter consegue fazer a gente quase ter um troço no fim de cada capítulo. Nessa quarta temporada, que está passando atualmente nos Estados Unidos, eu fico maluco quando acaba um capítulo e fico exclamando “Caraca, Me’rmão!!!” e “Putz, grilis”.
              Só para situar aqueles que nunca ouviram falar de Dexter, Dexter é uma série do canal Showtime (No Brasil é exibida pela FX), que estrelou em 2006 e está em sua 4º temporada atualmente. Esta série conta a história de Dexter Morgan (interpretado por Michael C Hall), um perito criminal em sangue da polícia de Miami que esconde um segredo: ele também é um serial Killer. Não, eu não estou contando nenhum spoiller, esse segredo é contado paras os telespectadores logo no início do primeiro capítulo da primeira temporada. Só que, obviamente, ele não mata criancinhas e senhoras inocentes (nem aquela sua vizinha chata que vive fazendo fofocas); ele só mata outros assassinos e criminosos, cujos crimes não foram descobertos pelas autoridades e, conseqüentemente, não foram punidos. E seus crimes seguem um rigoroso ritual proposto por seu falecido pai adotivo (o policial Harry Morgan), que, descobrindo o potencial assassino do pimpolho, viu como única solução usar todo esse “potencial” para o “bem”.
                Em cada temporada Dexter enfrenta um vilão e conflitos diferentes, e o desenrolar da história nos prende muita atenção, afinal ele tem que encontrar bandidos impunes (usando técnicas que nem o CSI Miami usa), matá-los (Usando técnicas que nem o Jack usou), ter uma vida normal (com mulher, amigos e irmã), trabalhar como perito e ainda esconder seu segredo dentro de um cofre com sete chaves, enterrado em 10 palmos de terra e encoberto por dragões (Bazinga!).
                 Claro que a série não é perfeita, nunca gosto de falar que uma coisa é boa demais, pois a pessoa sempre espera muito mais do que é e acaba se decepcionando (o que, confesso, deve ser difícil acontecer com Dexter.). Para mim, o começo da primeira temporada é meio confusa (talvez eu pense assim pois já fazem 4 anos que assisti esse temporada), mas vai melhorando gradativamente.
Já uma das principais vantagens dá série é que cada temporada é formada por apenas 12 capítulos (e não 24 como as Losts, Houses e Heroes da vida) de 50 minutos cada. Portanto, com as temporadas em mãos, é possível atualizar-se rapidamente.
                   Se você ficou curioso para assistir, eu aconselho que você pare de ver esse Smallvilles, Supernatural e outras séries SBTeanas (que também são boas, mas podem esperar) e comece assistir agora mesmo, pois tenho certeza que você não vai se arrepender. Ou garantimos a devolução de seu dinheiro... ops!!! rsrsrsrsrs


Séries

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           O Lucas descreveu recentemente seu interesse por livros. Assim como ele, também sou fã das viagens mais loucas que as de Hoodstock que os livros podem nos proporcionar, mas, diferente dele, não leio 35 palavras por segundo (Afinal o sujeito conseguiu terminar o Harry Potter e a ordem da Fênix em uma manhã, enquanto executava suas necessidades sólidas básicas). Sendo assim, com o ritmo acelerado da faculdade, quase não tenho tido tempo para ler como gostaria, cabendo assim às séries o dever de me fazer viajar por mares nunca antes navegados. Para localizar o leitor na minha vida de seriados, que eu me lembre já assisti completamente ou estou assitindo: Lost, Prison Break, Dexter, How I met your mother, The Big Bang Theory, Two and a half men, Friends, Joey, My wife and kids(o vulgo Eu, a patroa e as crianças), Everybody Hates Cris, Numbers, CSI, Eureca, Supernatural, Vanessa Mars, House, Heroes e algumas outras séries que não me lembrarei no momento.
           Portanto, serei o responsável por mostrar as melhores séries para vocês que não conhecem muito do assunto ou estão interessados em começar a assistir uma nova, pois sei como é difícil encontrar uma série boa depois de terminar outra (principalmente depois de passar a infância inteira assistindo Chaves).

terça-feira, 24 de novembro de 2009

As Aventuras do Caça Feitiço

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         Escolhi como ponto de partida para as resenhas dos livros que prometi (alguns posts atrás) a série “As Aventuras do Caça feitiço” que são publicadas hoje no Brasil pela editora Bertrand Brasil.
          O enredo conta à história de Thomas Ward, um garoto de 13 anos que é o sétimo filho de um sétimo filho, e que graças a esta infeliz coincidência (será mesmo coincidência ?), tem o dom de ver fantasmas, ogros além de "sombras" e mais uma porrada de seres que não pertencem, quer dizer, que não deveriam pertencer ao nosso mundo.
          Com este dom Tom automaticamente se torna apto para um trabalho um tanto quanto estranho: O de Caça Feitiço.
          Mesmo com o dom de ver estes seres, Tom leva uma vida simples de garoto do campo, mas tudo começa a mudar quando seu pai alcança uma certa idade e começa a perceber, que ao contrário dos vampiros emos da série crepúsculo, não viverá para sempre. Para evitar que a gurizada passe fome depois que ele bater as botas, começa a procurar emprego para os seus seis filhos mais novos (o primogênito não entra na conta, visto que este é o único e exclusivo herdeiro das terras do papai).
          Para conseguir empregar todos os seus demais pimpolhos seu pai recorre a favores, e com isso acaba conseguindo empregos com ferreiros, carpinteiros, e etc. No entanto quando chega a hora de arranjar emprego para o sétimo filho, seu pai descobre que já esgotou a sua cota de favores (num mundo onde é difícil arranjar um emprego, o cara que consegue cinco é um herói), e vê como única solução o Caça-Feitiço, que precisava de um aprendiz para o seu perigoso oficio.
Thomas foi então prometido como aprendiz do Caça-Feitiço, uma espécie de guardião que protege a vila onde Tom vive e todas as terras aos seus arredores, de ogros, feiticeiras, fantasmas, vampiros e etc...
          Aqui vale um anexo: na série todos os seres enfrentados pelos caça-feitiços vão do nível 1, o mais forte (algo como um super monstro que só pode ser vencido com ajuda dos megazords) ao nível 10, o mais fraco (pode ser morto por uma criança com faixa amarela em judô).
        Para não estragar a leitura, e nem acabar com a curiosidade de ninguém, vou dar a resenha do desenrolar da história disposta no próprio livro: “A aventura começa quando Tom vai morar com seu mestre e tem que atravessar uma floresta, de onde lamentos sinistros são ouvidos ao anoitecer. Depois Tom será submetido a uma prova de coragem e terá que passar uma noite numa casa mal-assombrada sem se deixar enganar pelas artimanhas do mal. Nos fundos da casa de seu mestre há um cemitério onde uma das mais perversas e horripilantes feiticeiras está enterrada viva... e de cabeça para baixo. Essas são apenas as primeiras provações que Tom terá que vencer para se tornar um aprendiz do Caça-Feitiço. Junte-se a ele se você tem coragem... apenas se realmente tem coragem”.
          O livro é um daqueles que prende o leitor, e não dá pra parar de ler até última linha, assim como a série Harry Potter, da qual este é um dos fortes concorrentes a sucessor (na minha humilde opinião).
          A série conta atualmente com 7 livros, dois deles já traduzidos e publicados em nosso país.
Outro diferencial da série é o fato de ter sido traduzida em solo tupiniquim pela tradutora profissional Lia Wyler, que além da série Harry Potter traduziu escritores como Henry Miller, Joyce Carol Oates, Margaret Atwood, Gore Vidal, Tom Wolfe, Sylvia Plath, Stephen King.
          A série também teve seus direitos autorais comprados pela Warner e tem um filme previsto para o ano de 2011, quando provavelmente se tornará modinha.
          Então não perca tempo meu caro leitor, comece a ler a série agora mesmo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Harry Potter e a Estante de lançamentos...

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Como já havia dito em meu primeiro post (clique aqui), sempre tive como hobby ler blogs e assistir seriados de TV. No entanto, sempre senti falta de uma área na rede de blogs dos quais sou leitor assíduo, para mim muito importante: os livros.
Sempre fui um grande fã das obras de literatura juvenil e de toda sua gama de personagens fantásticos e universos paralelos.
Estamos, acredito eu, numa época da história da literatura onde grandes títulos estão sendo lançados e relançados (sejam eles impressos ou baixados em ebooks na rede mundial de computadores), mas um deles, novamente na minha humilde opinião, abalou todos os pilares e fez com que este tipo de literatura alcançasse os topos de venda, além de ótimas críticas e bilheteria descomunais no cinema(assim como teses de mestrado, doutorado e livros que interpretam o contexto histórico de uma análise comparativa do livro ao pseudo conhecimento existencial de Nietzsche ao homem moderno ocidental): Harry Potter.
Não há muito de novo para falar sobre Harry Potter, todos conhecem sua história (seja por meio dos livros ou filmes), então vamos ao que realmente interessa.
Provavelmente, assim como ocorreu comigo, muitos de vocês devem ter se sentido “órfãos” depois que a saga deste bruxinho inglês chegou ao fim no ano de 2007.
Eu, como fã incondicional da série, senti um baque ao chegar nas últimas páginas daquele pequeno tijolo de capa laranja e, assim como deve ter ocorrido a muito de vocês, uma pequena, porém não insignificante questão surgiu em minha mente: “O que ler agora?”
Antes de responder esta questão, vale salientar que durante minha jornada de livros infanto-juvenis, que se deu início com a saga do garoto que sobreviveu, vários livros foram devorados entre o lançamento de um volume e outro. Senhor dos Anéis, Crônicas de Nárnia, Fronteiras do Universo, Desventuras em série, Ciclo da Herança, Brumas de Avalon, Artemis Fowl, além de Dan Brown, Bernard Cornewell dentre tantos outros dos quais eu agora não me recordo (ou não merecem ser recordados).
Como você deve ter percebido, boa parte dos títulos juvenis clássicos acabaram sendo lidos neste intervalo de tempo e não sobraram muitas alternativas dentre os livros já consagrados, e tive então de partir para o perigoso e desconhecido setor de lançados, garimpando entre Crepúsculos e outros livros ruins do ano de 2008 e 2009 (explicarei o motivo do meu descaso com esta saga num futuro post), numa árdua cruzada em busca de novas sagas e novos personagens...
Neste palheiro de sugadores de sangue emos, encontrei 4 títulos que me agradaram muito e me fizeram retornar a saudosa época onde eu devorava livros de modo insano, atravessando madrugadas (deixando de lado todos os livros de Peter Atkins, Guidorize) a fio até que a última linha surgisse, são eles: As aventuras do Caça-Feitiços, Septimus Heap, O Poder dos Cinco e Percy Jackson e os Olimpianos.
É óbvio, que estes títulos já não são tão anônimos hoje (no entanto eram praticamente desconhecidos na época em que os li) mas acredito que ainda sejam desconhecidos de boa parte dos fãs de Harry Potter, que ainda não encontraram um substituto a altura. Para os que ficaram curiosos com as obras citadas, dedicarei nas próximas semanas posts mais detalhados para cada livro.

Leia mais...
As Aventuras do Caça-Feitiços
Septimus Heap
O Poder dos Cinco (em breve)
Percy Jackson e os Olimpianos (em breve)
by Testa